O Centro Universitário Campos de Andrade, Curitiba, Paraná, tem mostrado um desempenho acadêmico significativo nos rankings nacionais, regionais e globais, conforme os últimos dados do AD Scientific Index. No entanto, os números também indicam desafios para manter a posição e melhorar os indicadores acadêmicos. A seguir, analisamos os rankings institucionais e os desempenhos de alguns pesquisadores da instituição.
Análise de Rankings Institucionais
Em 2025, a instituição ocupa as seguintes posições:
- Brasil: 408º lugar
- América Latina: 1.257º lugar
- Mundo: 13.411º lugar
Em comparação com 2024, houve uma queda nas colocações em diferentes categorias. No ranking global, a posição caiu 180 lugares, enquanto na América Latina e Brasil as quedas foram de 24 e 14 posições, respectivamente. O desempenho da instituição em métricas como citações e índices H também mostrou uma tendência de declínio, indicando a necessidade de maior investimento em produção acadêmica de alto impacto.
Destaques de Pesquisadores
1. Gleidson Brandão Oselame
- Ranking Global: 824.602
- Ranking Brasil: 30.285
- Total H-Index: 12
- H-Index (últimos 6 anos): 9
- Área de Atuação: Saúde
Gleidson Brandão Oselame é o pesquisador mais bem classificado do Centro Universitário Campos de Andrade, com um H-Index total de 12, destacando-se na área da Saúde.
2. Greicy Bellin
- Ranking Global: 1.694.125
- Ranking Brasil: 50.352
- Total H-Index: 4
- H-Index (últimos 6 anos): 4
- Área de Atuação: Linguística e Literatura
Greicy Bellin é uma das principais pesquisadoras na área de Linguística e Literatura da instituição, com um H-Index de 4, mantendo uma produção acadêmica consistente.
3. Matheus Gotardo
- Ranking Global: 1.987.777
- Ranking Brasil: 59.886
- Total H-Index: 3
- H-Index (últimos 6 anos): 1
- Área de Atuação: Comunicação e Mídia
Matheus Gotardo atua na área de Comunicação e Mídia, destacando-se pelos trabalhos em Ciências da Computação e comunicação digital.
Conclusão
O Centro Universitário Campos de Andrade, Curitiba, Paraná, enfrenta desafios na manutenção de seus rankings acadêmicos, com quedas significativas em 2025 em relação ao ano anterior. No entanto, seus pesquisadores continuam a contribuir com produção acadêmica relevante em diversas áreas. Para melhorar seu desempenho nos rankings, é essencial investir em colaborações internacionais, publicações de alto impacto e incentivo à pesquisa inovadora.

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